Coroação de Nossa Senhora


A FÁBULA DO BURRO
Como qualquer mãe, quando Paula soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar a sua outra filha, Catarina, com três anos de idade, a se preparar para a chegada.
Os exames mostraram que era um menino, e todos os dias Catarina cantava perto da barriga de sua mãe. Ela já amava o seu irmãozinho antes mesmo dele nascer. A gravidez se desenvolveu normalmente.
No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos. depois a cada três. então, a cada minuto uma contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Paula demorou horas.
Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana. Até que, enfim, depois de muito tempo, o irmãozinho de Catarina nasceu. Só que ele estava muito mal.
Com a sirene no último volume, a ambulância levou o recém-nascido para a UTI neonatal do Hospital Santa Maria. Os dias passaram. O menininho piorava. O médico disse aos pais: “Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças.” Paula e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral.
Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. Hoje, os planos eram outros.
Enquanto isso, Catarina todos os dias pedia aos pais que a levassem para conhecer a seu irmãozinho. “Eu quero cantar pra ele”, ela dizia. A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela. Catarina continuava insistindo com seus pais para que a deixassem cantar para seu irmãozinho, mas crianças não eram permitidas na UTI.
Entretanto, Paula decidiu, ela levaria Catarina ao hospital de qualquer jeito. Ela ainda não tinha visto o irmão e, se não fosse hoje, talvez não o visse vivo.
Ela vestiu Catarina com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade e rumou para o hospital. A enfermeira não permitiu que ela entrasse e exigiu que ela a retirasse dali. Mas Paula insistiu: “Ela não irá embora até que veja a seu irmãozinho!” Ela levou Catarina até a incubadora. Ela olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida.
Depois de alguns segundos olhando, ela começou a cantar, com sua voz suave e pequenininha: “Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro…” Nesse momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Paula encorajou Catarina a continuar cantando. “Você não sabe, querido, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu sol embora…” Enquanto Catarina cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave.
“Continue, querida!”, pediu Paula, emocionada. “Outra noite, querido, eu sonhei que você estava em meus braços…” O bebê começou a relaxar. “Cante mais um pouco, Catarina”. A enfermeira começou a chorar. “Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro… Por favor, não leve o meu sol embora…”
No dia seguinte, o irmão de Catarina já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa…
O Woman Day Magazine chamou essa história de ‘O milagre da canção de uma irmã’. Os médicos chamaram simplesmente de milagre. Paula chamou de milagre do amor de Deus.
MORAL DA ESTÓRIA: Nunca abandone quem você ama. O amor é incrivelmente poderoso. Que você tenha a certeza de que está exatamente onde deveria estar. Que você use as graças que recebeu e transmita o amor que lhe foi dado. Que você se sinta feliz por ser filho de Deus. Que a Sua presença suporte o seu corpo e permita à sua alma cantar, dançar e caminhar ao sol, ele brilha para todos nós.
Era um pequeno menino que visita seus avós na fazenda. Lhe foi dado uma espingarda de chumbinho para brincar, do lado de fora, nas árvores. Praticou nas árvores, mas nunca poderia atingir um alvo de verdade. Desanimado, ele voltou pra casa, para o almoço.
Enquanto andava, viu o pato de estimação da vovó. Em um impulso, mirou na cabeça do pato e o matou. Ficou chocado e aflito. Em pânico, escondeu o pato inerte na pilha de lenha. Então descobriu que sua
irmã lhe observava. Sally tinha visto tudo, mas não disse nada.
Após o almoço daquele dia, vovó disse,
– Sally, me ajude a lavar os pratos.
Mas Sally respondeu,
– Vovó, Johnny disse-me que quer ajudar hoje na cozinha, não é Johnny?
E então lhe sussurrou,
– Lembra-se do pato?
Assim Johnny ajudou com os pratos.
Mais tarde, vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar, e vovó disse,
– Sinto muito, mas eu preciso que Sally me ajude.
Mas Sally sorriu e disse,
– Bem, isso não é problema porque Johnny me disse que queria ajudar.
E sussurrou outra vez,
– Lembra-se do pato?
Sally foi pescar e Johnny ficou.
Após alguns dias com Johnny fazendo o seu trabalho e o de Sally, finalmente não poderia esperar mais. Foi até a vovó e confessou que matara o pato. Ela ajoelhou-se, deu-lhe um abraço e disse
– Querido, eu sei. Eu estava na janela e vi a coisa toda. Mas porque eu te amo, eu o perdoei.
E ela continuou,
– E também porque eu te amo, eu queria ver por quanto tempo você deixaria que o medo e a mentira, fariam com que você deixasse Sally fazer de você o seu escravo.
Narra o escritor Bruce Barton que, na Palestina, existem dois mares bem distintos.
O primeiro deles é fresco e cheio de peixes. Possui margens adornadas com bonitas plantas e muitas árvores as rodeiam, debruçando seus galhos em suas águas, enquanto deitam as raízes nas águas saudáveis para se dessedentarem.
Suas praias são acolhedoras e as crianças brincam felizes e tranquilas.
Esse mar de borbulhantes águas é constituído pelo rio Jordão. Ao redor dele, tudo é felicidade.
As aves constroem os seus ninhos, enchendo com seus cantos a paisagem de paz e de risos. Os homens edificam suas casas nas redondezas para usufruírem dessa classe de vida.
Mas, o rio Jordão prossegue para além, em direção ao sul, em direção a outro mar.
Ali tudo parece tristeza. Não há canto de pássaros, nem risos de crianças. Não há traços de vida, nem murmúrio de folhas.
Os viajantes escolhem outras rotas, desviando-se desse mar de águas não buscadas por homens, nem cavalgaduras, nem ave alguma.
Se ambos os mares recebem as águas do mesmo rio, o generoso Jordão, por que haverá entre ambos tanta diferença?
Num, tudo canta a vida, noutro parece pairar a morte.
Não é o rio Jordão o culpado, nem causa é o solo sobre o qual estão, ou os campos que os rodeiam.
A diferença está em que o Mar da Galileia recebe o rio, mas não detém as suas águas, permitindo que toda gota que entra, também saia, adiante.
Nele, o dar e receber são iguais.
O outro é um mar avarento. Guarda com zelo todas as gotas que nele ingressam. A gota chega e ali fica. Nele não há nenhum impulso generoso.
O Mar da Galileia dá de forma incessante e vive de maneira abundante.
O outro nada dá e é chamado de Mar Morto.
* * *
Tecendo um paralelo entre o coração humano e os dois mares descritos, podemos logo reconhecer se temos uma alma generosa igual ao Mar da Galileia ou avarenta e ciosa qual o Mar Morto.
Os que estamos habituados a distribuir os dons e talentos que a Deus nos concede, somos os seres agraciados com a alegria de viver, farto círculo de amigos, flores de carinho e folhagens de ternura.
Se nos habituamos a viver sós, sem nada repartir, dividir ou partilhar, estamos semeando solidão à nossa volta, tristeza e desamparo, porque a vida é qual imensa seara que retribui a sementeira, de acordo com os grãos cultivados.
E então algo começa a mudar. Os filhos já não têm pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora só os ouvem para fazerem críticas, reclamarem e apontarem-lhe falhas. Já não brilha mais nos olhos deles aquela admiração da infância.
E isso é uma dor imensa para os pais. Por mais que disfarcem, todo pai e mãe percebe as mínimas faíscas no olho de um filho. Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos, os cuidados e a sabedoria que antes era referência para tudo na vida.
Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mais impertinente. Praticamente não ouvem mais os conselhos. A cada dia demonstram mais impaciência.
Acham que os pais têm opiniões superadas, antigas. Pior é quando implicam com as manias, os hábitos antigos, as velhas músicas.
E tentam fazer os velhos pais adaptarem-se aos novos tempos, aos novos costumes.
Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle.
Quando eles Estão bem idosos, já não decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber.
Raramente são ouvidos quando tentam fazer algo diferente. Passeios, comida, roupas, médicos, tudo, passa a ser decidido pelos filhos. E, no entanto, os pais estão apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente.
Por que então desrespeitá-los?
Por que tratá-los como se fossem inúteis ou crianças sem discernimento?
E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, há tanto amor.
Naquelas mãos trêmulas, há sempre um gesto que abençoa e acaricia. A cada dia que nasce, lembre-se, está mais perto o dia da separação Um dia, o velho pai já não estará aqui. O cheiro familiar da mãe estará ausente.
As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, Os chinelos em um canto qualquer da casa. Então, valorize o tempo de agora com os pais idosos.
Paciência com eles quando se recusam a tomar os remédios, quando falam interminavelmente sobre doenças, quando se queixam de tudo.
Abrace-os apenas, enxugue as lágrimas deles, ouça as histórias, mesmo que sejam repetidas, e dê-lhes atenção, afeto…
Acredite: Dentro daquele velho coração brotarão todas as flores da esperança e da alegria.
... A HIPOCRISIA DOS FILHOS.....
A profecia mais extraordinária do ainda Cardeal Joseph Ratzinger - Ano -1969:
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“Em breve teremos padres reduzidos ao papel de assistentes sociais e a mensagem de fé reduzida a uma visão política. Tudo parecerá perdido, mas no momento certo, apenas na fase mais dramática da crise, a Igreja renascerá. Será menor, mais pobre, quase catacumbal, mas também mais santa. Porque não será mais a Igreja daqueles que procuram agradar o mundo, mas a Igreja dos fiéis a Deus e sua Lei Eterna. O renascimento será obra de um pequeno remanescente, aparentemente insignificante, mas indomável, passado por um processo de purificação. Porque é assim que Deus trabalha. Um pequeno rebanho resiste ao mal.”
Mude o clima de pessimismo de sua vida …
Preserve o ambiente de esperança de seus sonhos …
Proteja o Homem: trabalhador, honesto, sincero, corajoso, sério …
Não desperdice o seu tempo com desejos maldosos …
Recicle os seus hábitos e virtudes ruins …
Despolua o coração e a mente dos maus sentimentos …
Plante a boa semente do Bem …
Não use agrotóxico …
Defenda a Verdade e a Justiça sempre …
Salve da extinção o Amor …
Não importa o objetivo que você queira alcançar, você não conseguirá chegar a ele em linha reta. O telefone tocará, pessoas entrarão em sua sala, seu filho pegará dengue, o tempo ruim causará atrasos, seu computador travará ou alguma novidade chamará a sua atenção.
Com frequência você terá de sair de seu trajeto. Não se desespere. Acontece com todo mundo, todos os dias.
A chave da sua vitória é retomar rapidamente seu percurso. Quanto mais rápida sua recuperação, mais progressos você fará.
Aceite o fato de que você será regularmente tirado do seu caminho. Aceite isso e não desperdice energia reclamando ou sentindo pena de si mesmo. Isso só aumenta o problema.
Em vez disso, acredite em Deus, reze, siga em frente, supere a distração e concentre-se no seu objetivo original. É quase impossível evitar distrações, mas você pode evitar que elas durem demais.
Supere as distrações assim que puder, esqueça-as e retome seu curso.
Quando os gansos selvagens voam em formação V
Eles o fazem a uma velocidade 70% maior do que se estivessem sozinhos.
Eles trabalham em Equipe.
Quando o ganso que estiver no ápice do V se cansa
ele passa para trás da formação e outro se adianta para assumir a ponta.
Eles partilham a Liderança.
Quando algum ganso diminui a velocidade
os que vão atrás grasnam encorajando os que estão à frente
Eles são Amigos.
Quando um deles, por doença ou fraqueza, sai de formação
outro, no mínimo, se junta a ele, passando a ajudá-lo e protegê-lo.
Eles são Solidários.
Sendo parte de uma equipe
nós podemos produzir muito mais e mais rapidamente.
A qualquer instante também
podemos estar sendo indicados para liderar o grupo.
Palavras de encorajamento e apoio inspiram
e energizam aqueles que estão na linha de frente,
ajudando-os a se manter no comando
mesmo com as pressões e o cansaço do dia-a-dia.
E, finalmente
mostrar compaixão e carinho afetivo por nossos semelhantes
é uma virtude que devemos cultivar em nossos corações.
Da próxima vez, ao ver uma formação de gansos voando,
lembre-se
É uma recompensa
Um desafio
E um privilégio ser membro
da maior e mais importante equipe do Universo
A HUMANIDADE
O capitão de um navio que ia zarpar dirigia-se apressado para o porto. Estava muito frio.
Diante da vitrine de um restaurante, ele viu um menino quase
maltrapilho, de bracinhos cruzados e meio tremulo.
– Que está fazendo ai, meu pequeno? – disse-lhe o capitão.
– Estou só olhando quanta coisa gostosa tem aí para comer…
– Tenho bem pouco tempo antes da partida do navio.
Se você estivesse arrumadinho, eu o levaria para que
comesse algumas dessas coisas boas e saborosas.
Mas, infelizmente você não está…
O garoto, faminto e com os olhos rasos de água,
passou a mãozinha magra sobre os cabelos em desalinho e falou:
– Estou pronto, agora!
Comovido, o capitão o levou como estava ao restaurante,
fazendo servir-lhe uma boa refeição.
E enquanto o garoto comia, perguntou-lhe:
– Diga-me uma coisa: onde esta sua mãe, meu pequeno?
– Ela foi para o céu quando eu tinha apenas quatro anos de idade. Disse o menino sem entender ainda a vida.
– E você ficou só com seu pai? E onde esta ele agora?
Onde trabalha?
– Nunca mais vi meu pai, desde que minha mãe partiu…
– Mas então, quem toma conta de você?
Com um jeitinho resignado, o menino respondeu:
– Quando minha mãe estava doente, ela disse que
Deus tomaria conta de mim.
Ela ainda me ensinou a pedir isto todos os dias a Ele.
O capitão, cheio de compaixão, acrescentou:
– Se você estivesse limpo e arrumadinho eu o levaria
para o navio e cuidaria de você com muita alegria.
Novamente, o menino, alisando os cabelinhos sujos e
malcuidados, voltou a repetir a mesma expressão:
– Capitão, estou pronto agora.
Vendo-o assim quase suplicante, aquele capitão o levou
para o navio, onde o apresentou aos marinheiros e imediatos, dizendo:
– Ele será o meu ajudante e será sempre chamado de Pronto, agora.
Ali o garoto recebeu tudo o que carecia e as coisas transcorriam, aparentemente, bem. Até que um dia o garotinho amanheceu febril. Foi medicado mas a febre não cedia.
Vendo-o piorar, o capitão aflito disse ao médico:
– Procure salvá-lo, doutor. Não posso perdê-lo.
O médico fez tudo o que pode, mas em vão.
Na tarde seguinte, o menino, chamando o capitão, lhe falou:
– Eu o amo tanto… Você foi bom para mim.
Gostei de estar aqui, mas ainda será melhor no céu.
Eu estou pronto, agora.
Vou me encontrar com o Papai do Céu que também o ama.
– Sim, filho, tenho pensado nisto, e continuarei pensando
disse-lhe. – Mas quando?
Quando estará pronto a entregar a vida e o seu coração ao Pai? Com lágrimas nos olhos, o capitão, tomando as mãos do menino, disse:
– Estou pronto, agora!